Terapeuta em Codependência Familiar

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Sobre o curso

Ementa oficial

  1. Fundamentos da codependência familiar
  2. Dependência emocional e autonomia
  3. A família como sistema de relações
  4. Acolhimento e escuta dos familiares
  5. Comunicação Não Violenta e resolução de conflitos
  6. Limites saudáveis, responsabilidade e proteção pessoal
  7. Dependência química e repercussões sobre a família
  8. Relações abusivas, violência e segurança familiar
  9. Anamnese familiar e levantamento de informações
  10. A família durante o tratamento e a recuperação
  11. Recaída e reorganização das relações familiares
  12. Espiritualidade, valores e sentido das relações
  13. Grupos de ajuda e redes de apoio
  14. Ética, direitos, legislação e limites profissionais
  15. Planejamento do acompanhamento familiar

O que você aprenderá?

  • Compreender os conceitos de codependência apresentados nas apostilas, sem usar o termo como diagnóstico ou rótulo para pessoas.
  • Analisar padrões e papéis relacionais discutidos no curso, incluindo autoestima, culpa, limites e impactos nos vínculos familiares.
  • Estudar comunicação não violenta, fundamentos de escuta terapêutica e desligamento emocional como conteúdos de formação e reflexão, não como receitas universais.
  • Diferenciar os temas de codependência dos elementos abordados na apostila sobre relacionamentos abusivos, sem rotular automaticamente pessoas ou situações.
  • Compreender conceitos de dependência química, substâncias psicoativas e prevenção de recaídas que compõem a base comum da formação.
  • Refletir sobre autonomia, autocuidado, rede de apoio e responsabilidade ética no contexto familiar e profissional.
  • Reconhecer limites da atuação e a importância do encaminhamento responsável, sem reduzir as experiências de cada família a uma explicação única.
  • Aprofundar, nos encontros ao vivo, os conteúdos comuns a partir do enfoque específico da formação em Codependência Familiar.

Conteúdo do curso

Encontros ao vivo — edição outubro/2026
<p>Este tópico organiza os encontros ao vivo da edição de outubro de 2026.</p><p>É uma organização operacional de agenda e acesso; não substitui nem altera a ementa oficial do curso.</p>

  • Aula 1 — 23/10/2026 — 08h às 12h
  • Aula 2 — 23/10/2026 — 14h às 18h
  • Aula 3 — 24/10/2026 — 08h às 12h
  • Aula 4 — 24/10/2026 — 14h às 18h
  • Aula 5 — 25/10/2026 — 08h às 12h
  • Aula 6 — 25/10/2026 — 14h às 18h
  • Aula 7 — 25/10/2026 — 19h às 22h
  • Aula 8 — 26/10/2026 — 19h às 22h
  • Aula 9 — 27/10/2026 — 19h às 22h
  • Aula 10 — 28/10/2026 — 19h às 22h
  • Aula 11 — 29/10/2026 — 19h às 22h
  • Aula 12 — 30/10/2026 — 08h às 12h
  • Aula 13 — 30/10/2026 — 14h às 18h
  • Aula 14 — 31/10/2026 — 08h às 12h
  • Aula 15 — 31/10/2026 — 14h às 18h

Módulo 1 — Ética e direitos dos pacientes
Este módulo reúne os princípios éticos apresentados na apostila Ética no Aconselhamento em Dependência Química e os direitos dos pacientes descritos no material do curso. Abaixo estão o encontro ao vivo correspondente e os textos de estudo.

Módulo 2 — Vigilância Sanitária, regulamentação e políticas públicas
Este módulo articula a apostila de Vigilância Sanitária e a apostila de Políticas Públicas de Atenção ao Usuário de Drogas com a Aula 2 ao vivo. A organização mantém os conteúdos das fontes como materiais de estudo: a síntese regulatória não atualiza normas, exigências ou prazos; e a apostila de políticas apresenta pesquisas, nomenclaturas e referências temporais próprias, que não devem ser lidas como dados ou descrição atualizados da rede.

Módulo 3 — Relacionamento humano e comunicação no cuidado
Este módulo articula as apostilas de Escuta Terapêutica, Comunicação Não Violenta e Desligamento Emocional. O estudo aborda escuta ativa e empática, comunicação, expressão de sentimentos e necessidades e construção de limites nas relações de cuidado. Sinais e exemplos das apostilas são apresentados para reflexão, não como diagnóstico individual nem como substitutos de orientação profissional. Esta organização didática não substitui nem altera a ementa oficial do curso.

Módulo 4 — Espiritualidade, comorbidades e habilidades sociais e psicológicas
Este módulo aborda a espiritualidade como uma experiência pessoal e plural, a coexistência de condições de saúde e a importância de competências pessoais e sociais no apoio cotidiano. A organização respeita a autonomia de cada pessoa e diferencia acolhimento e encaminhamento de diagnóstico ou tratamento profissional.

Módulo 5 — Classificação e efeitos das substâncias psicoativas
Este módulo organiza a classificação didática de substâncias psicoativas conforme os efeitos aparentes sobre a atividade do sistema nervoso central, como apresentados na apostila do EducaDQ. Os estudos abordam os grupos depressores, estimulantes e perturbadores, exemplos de substâncias e efeitos descritos na fonte. Essa organização é para estudo e não substitui avaliação profissional nem autoriza diagnóstico individual.

Módulo 6 — Atribuições do Monitor/Coordenador de Pátio
Este módulo estuda as atribuições da função de monitor/coordenador de pátio — denominações regionais da mesma função — e sua articulação com a equipe, a partir da apostila Atribuições do Monitor/Coordenador. Os estudos percorrem o papel de apoio e supervisão, a cooperação com profissionais e familiares, a observação e o registro de informações, os desafios do cotidiano institucional e o autocuidado. A coordenação geral é uma função distinta e não integra este recorte. As descrições não definem atribuições legais universais, não substituem protocolos institucionais e não conferem autoridade para diagnóstico ou decisões clínicas.

Módulo 7 — Classificação e Efeitos das Substâncias Psicoativas | Parte 2
Conhecer uma substância também é compreender a história da relação humana com ela. Nesta segunda parte da aula sobre Classificação e Efeitos das Substâncias Psicoativas (SPA), aprofundamos o estudo das substâncias estimulantes e perturbadoras do Sistema Nervoso Central, compreendendo seus principais efeitos e características. Além da classificação farmacológica e dos efeitos físicos e psicológicos, a aula também apresenta um breve olhar sobre o contexto histórico de algumas substâncias, mostrando que a relação da humanidade com as drogas atravessa diferentes culturas, períodos históricos e finalidades de uso. Nesta aula, abordamos: • Substâncias estimulantes e seus principais efeitos; • Substâncias perturbadoras e alterações da percepção; • Efeitos físicos, psicológicos e comportamentais; • Diferenças entre as principais classes de SPA; • O contexto histórico de algumas substâncias; • A relação entre cultura, sociedade e uso de drogas; • Como diferentes substâncias foram utilizadas ao longo da história; • A importância de compreender as drogas sem preconceitos e sem simplificações. No Modelo EducaDQ, estudar drogas não significa simplesmente decorar classificações. Significa compreender o que são, como atuam, quais efeitos podem produzir e qual é o contexto em que o uso acontece. Conhecer a história também nos ajuda a perceber que a relação humana com as substâncias psicoativas é muito mais antiga e complexa do que os debates contemporâneos podem fazer parecer. E quanto maior o conhecimento, maior a nossa capacidade de substituir julgamentos por compreensão — sem perder de vista os riscos, os danos e a responsabilidade profissional diante dos transtornos aditivos.

Módulo 8 — Introdução à Psicoeducação e Síndrome de Abstinência
Conhecer o que acontece é parte fundamental do processo de recuperação. Nesta aula, iniciamos o estudo da Psicoeducação como uma das ferramentas fundamentais para a atuação do Conselheiro Terapeuta na área dos transtornos aditivos. Psicoeducar não significa simplesmente transmitir informações. Significa transformar conhecimento em compreensão, ajudando a pessoa a entender o que está acontecendo consigo, reconhecer padrões, desenvolver consciência e participar de forma mais ativa do próprio processo de recuperação. Também abordamos a síndrome de abstinência, compreendendo seus mecanismos, manifestações e a importância de reconhecer seus sinais dentro de uma perspectiva responsável de cuidado. Nesta aula, trabalhamos: • O conceito e os objetivos da Psicoeducação; • A importância de explicar os “porquês” ao acolhido; • Psicoeducação como instrumento de autonomia; • O que é a síndrome de abstinência; • Principais manifestações e características; • Relação entre substância, organismo e abstinência; • A importância da observação e do acompanhamento adequado; • Limites da atuação do Conselheiro Terapeuta e necessidade de encaminhamento quando necessário. No Modelo EducaDQ, informação não é um privilégio reservado ao profissional. O conhecimento precisa chegar ao acolhido. Quando uma pessoa entende o que acontece com seu corpo, seu cérebro, suas emoções e seus comportamentos, ela deixa de ser apenas objeto de uma intervenção e passa a participar conscientemente do próprio processo. Conhecimento gera compreensão. Compreensão gera consciência. Consciência favorece responsabilidade. Responsabilidade fortalece autonomia. E autonomia é uma das bases de uma recuperação sustentável. Modelo EducaDQ Formação que transforma conhecimento em consciência, consciência em responsabilidade e responsabilidade em autonomia.

Módulo 9 — Introdução à Prevenção de Recaídas | Parte 1
A recuperação não termina quando o uso da substância é interrompido. Ela continua na capacidade de reconhecer situações de risco, compreender os próprios padrões e desenvolver novas estratégias para lidar com os desafios da vida. Nesta aula, iniciamos o estudo da Prevenção de Recaídas, compreendendo seus conceitos fundamentais e sua importância no acompanhamento de pessoas acometidas por Transtornos por Uso de Substâncias (TUS). Também abordamos a importância da anamnese como instrumento de compreensão da história de cada pessoa e de identificação dos fatores que podem aumentar sua vulnerabilidade à recaída. Nesta primeira parte, trabalhamos: • Conceitos introdutórios de prevenção de recaídas; • Transtornos por Uso de Substâncias (TUS); • A importância da anamnese; • Levantamento da história de uso e recuperação; • Identificação de fatores de risco; • Reconhecimento de situações, comportamentos e contextos de vulnerabilidade; • A importância de compreender a pessoa para além do comportamento de uso. No Modelo EducaDQ, prevenir recaídas não significa ensinar alguém simplesmente a “não usar”. Significa ajudá-lo a compreender o caminho que pode levá-lo de uma situação de risco até uma possível recaída e, principalmente, desenvolver recursos para construir respostas diferentes. Por isso, antes de ensinar estratégias, precisamos aprender a escutar, investigar e compreender. Cada história possui fatores de risco diferentes. Cada pessoa possui recursos diferentes. E uma prevenção verdadeiramente individualizada começa quando deixamos de trabalhar com respostas prontas e passamos a compreender o ser humano que está diante de nós.

Módulo 10 — Filosofia dos 12 Passos integrada à Metodologia Minnesota | Parte 1
Nesta aula, iniciamos o estudo da Filosofia dos 12 Passos e de sua aplicação na Metodologia Minnesota, compreendendo seus princípios, sua finalidade e sua contribuição no acompanhamento de pessoas com dependência química. Os 12 Passos não devem ser tratados como uma fórmula pronta, uma imposição religiosa ou um conjunto de regras aplicadas da mesma forma a todas as pessoas. Seu valor está na possibilidade de favorecer reflexão, autoconhecimento, responsabilidade, reconhecimento de limites, reparação e construção de novos sentidos para a vida. A aula também estabelece relações entre a Filosofia dos 12 Passos e a Terapia Cognitivo-Comportamental, a prevenção de recaídas, a neurociência da adicção e algumas contribuições da filosofia socrática e do estoicismo. Estudaremos as convergências possíveis sem confundir as abordagens ou reduzir suas diferenças. Também diferenciaremos a irmandade de Alcoólicos Anônimos, a facilitação profissional dos 12 Passos e a Metodologia Minnesota, compreendendo o que aproxima essas propostas e o que as distingue. No Modelo EducaDQ, não apresentamos os 12 Passos como religião nem como substitutos de outras abordagens de cuidado. A proposta é estudá-los como uma metodologia que pode dialogar com diferentes formas de compreender a recuperação, sempre respeitando a singularidade, a autonomia e a história de cada pessoa. Nesta primeira parte, serão abordados: • Os fundamentos da Filosofia dos 12 Passos; • Sua estrutura e seus princípios; • A relação entre os Passos e o Modelo Minnesota; • As conexões possíveis com a TCC e a prevenção de recaídas; • A diferença entre irmandade, facilitação profissional e metodologia; • Responsabilidade, autoconhecimento, reparação e espiritualidade não impositiva.

Módulo 11 — Filosofia dos 12 Passos Aplicada à Metodologia Minnesota | Parte Final
Na parte final deste conteúdo, aprofundamos a aplicação prática da Filosofia dos 12 Passos na Metodologia Minnesota, observando como seus princípios podem orientar o acompanhamento e a organização do cuidado, sem serem apresentados como única forma de recuperação. A aplicação dos Passos exige conhecimento, responsabilidade, escuta e respeito à história de cada pessoa. Não se trata de impor uma crença, exigir uma prática espiritual ou interpretar a experiência do acolhido a partir de valores pessoais do profissional. A espiritualidade deve ser compreendida como dimensão singular e plural. Pode assumir diferentes sentidos para cada pessoa e não precisa estar vinculada a uma religião. Pessoas ateias, agnósticas ou com outras formas de compreensão devem ter sua liberdade de consciência respeitada. Também retomamos os limites da atuação profissional: os 12 Passos e o Modelo Minnesota não substituem avaliação médica, psicoterapia ou outras formas de cuidado quando necessárias. A atuação exige reconhecer limites, encaminhar quando apropriado e trabalhar de forma articulada. Nesta parte final, serão abordados: • Aplicação dos princípios no acompanhamento; • Autonomia, ética e liberdade de consciência; • Respeito à diversidade de crenças e às pessoas sem religião; • Espiritualidade sem imposição; • Limites profissionais, encaminhamentos e articulação do cuidado; • Importância de uma recuperação construída com singularidade, responsabilidade e apoio. No Modelo EducaDQ, a recuperação não pode ser reduzida a uma fórmula. O conhecimento pode oferecer caminhos, mas a pessoa continua sendo protagonista de sua história.

Módulo 12 — Introdução à Prevenção de Recaídas | Parte Final
Prevenir recaídas não é simplesmente ensinar alguém a evitar situações. É ajudá-lo a compreender seus fatores de risco, reconhecer sua vulnerabilidade e desenvolver estratégias possíveis para enfrentar os desafios de sua própria realidade. Avançamos no estudo da Prevenção de Recaídas, compreendendo que esse processo exige atenção contínua, participação ativa e respeito à singularidade de cada pessoa. Nesta etapa, abordamos: • Fatores de risco internos e externos; • Situações, emoções, relações e contextos que podem aumentar a vulnerabilidade; • A relação entre pensamentos, emoções, comportamentos e ambiente; • Estratégias de enfrentamento e construção de alternativas; • A importância de reconhecer sinais e buscar apoio; • Participação do acolhido na elaboração de respostas possíveis; • Prevenção de recaídas como processo de aprendizagem e cuidado contínuo. Um Plano de Prevenção à Recaída não é uma lista de proibições. É uma ferramenta construída com a pessoa, considerando sua história, suas dificuldades, seus recursos e os contextos em que vive. No Modelo EducaDQ, prevenir não significa controlar a vida de alguém. Significa ampliar compreensão, fortalecer autonomia e ajudar a construir respostas mais conscientes diante de situações de risco.

Logoterapia e Dependência Química: sentido, autonomia e limites
Este módulo examina o capítulo da apostila de Logoterapia dedicado ao uso de drogas e o situa na discussão sobre sentido, propósito, valores e autonomia presente no material. A leitura é analítica: não afirma que a falta de sentido seja causa necessária ou suficiente do uso de substâncias e não transforma as orientações da apostila em protocolo de atendimento. O foco é compreender a perspectiva apresentada e seus limites no estudo da dependência química.

Codependência Familiar: conceitos, dinâmicas e papéis relacionais
Este módulo estuda como as apostilas apresentam a codependência nos vínculos familiares e afetivos. Reúne a diversidade das configurações familiares, padrões relacionais e papéis descritos nas fontes, além de temas de autoestima, culpa e impacto nas relações. “Codependência” é tratado como conceito empregado nos materiais, não como rótulo diagnóstico para identificar uma pessoa ou família.

Codependência: limites, autocuidado e distinção dos relacionamentos abusivos
Este módulo aprofunda limites, assertividade, autocuidado e redes de apoio no estudo da codependência. Inclui um recorte sobre sinais de controle e abuso descritos em uma apostila específica, distinguindo esses fenômenos do conceito de codependência. O conteúdo não responsabiliza a pessoa afetada pelo abuso, não oferece avaliação individual nem substitui orientação especializada.

Materiais e canais da turma
Este espaço reúne os materiais da formação, o cadastro obrigatório e os canais oficiais informados para esta turma. Consulte cada recurso conforme as instruções apresentadas.

Classificações e revisões de estudantes

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